Espanha, França, Inglaterra… As irmãs Lorena e Lara Rossi, de 19 e 21 anos, respectivamente, já fizeram as malas algumas vezes para embarcar rumo a um país estrangeiro. Na bagagem acumulada, experiências que definiram quem elas são. “Entrar em contato com outras culturas, perceber as diferenças, isso tudo só faz você crescer”, diz Lara, que se sente mais segura e independente depois de ter feito cinco intercâmbios. Aos 14 anos, acompanhou a irmã, então com 12 anos, à Inglaterra. Passaram um mês juntas, estudando inglês, durante o inverno britânico. A partir daí, cada uma fez seu próprio itinerário.
Lara passou um verão na Suíça, dois meses na Espanha, outros dois na Inglaterra e longos oito meses no Canadá. Lorena nunca passou tanto tempo longe de casa, mas acumula ainda mais intercâmbios que a irmã. Aproveitou o sol do Canadá, fez um curso de esqui na Suíça, passou quatro meses na Inglaterra, seis semanas na França e voltou a estudar francês em Lausanne, na Suíça. “Sempre dá para viajar até cidades próximas. Quando eu estava em La Rochelle, fui com oito amigos para Paris. Uma das melhores viagens que fiz!”.
Para Alexandre Rossi, 52, a apreensão de deixar as filhas ganharem o mundo vale a pena. “É importante para a formação delas. Se há a oportunidade, tem que aproveitar. Mas claro que fico ansioso. A hora do embarque é o pior momento”. Imprescindível é procurar agências com credibilidade no mercado. “A gente fica mais tranquilo, quando sabe que a empresa faz um trabalho sério e reconhecido”.