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Objetivando resgatar e manter vivos os ideais
cívicos que alimentaram a ação
civilizadora e os projetos futuristas de Assis
Chateaubriand, seus seguidores idearam criar
um organismo capaz de perenizar os sonhos
e os objetivos do fundador dos Associados.
A 4 de abril de 1983, Paulo Cabral de Araújo,
na presidência dos "Diários
Associados", propôs aos seus companheiros
de Condomínio Acionário que
o nome de Assis Chateaubriand se prestasse
ao patronato de uma Fundação
voltada para os interesses educacionais e
culturais do povo brasileiro. Aceita a idéia,
coube ao proponente a tarefa de criar a Fundação
Assis Chateaubriand, o que se oficializou
em 1987. Gladstone Vieira Belo é o
presidente. Jarbas Passarinho preside o Conselho
de Curadores e Márcio Cotrim é
o diretor-executivo.
Dentre muitas promoções de sentido
educacional e cultural, a Fundação
Assis Chateaubriand, que tem sede em Brasília,
realiza, anualmente, o "Prêmio
Nacional Assis Chateaubriand de Redação",
envolvendo milhares de estudantes de todo
o País. E resgata a memória
de Chateaubriand através da edição
de livros com seus discursos no Senado Federal
e seus mais de 12 mil artigos publicados nos
Associados, de 1924 a 1968, além de
projetos não-memorialísticos
que levem, em sua índole, o mesmo espírito
de Assis Chateaubriand.
Assis, Chateaubriand permanece vivo na memória
dos seus concidadãos. E da História.
Texto: Divulgação
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