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| Recife, Domingo, 3 de Maio de 1998 |
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Abrindo vantagem CURITIBA - A ordem é ajustar as equipes. Os técnicos do Leites Nestlé, Sérgio Negrão, e Rexona, Bernardinho, têm pontos em comum na disputa do título da Superliga Feminina de Vôlei. Os dois estão insatisfeitos com o rendimento do times e esperam uma evolução para a partida em Curitiba, neste domingo. Quem vencer abre vantagem, já que a série de melhor-de-cinco jogos está empatada por 1 a 1. "O time está bem, mas pode melhorar ainda mais", disse Negrão. "Também tenho trabalhado para melhorar o contra-ataque." Na visão do treinador, os erros neste tipo de jogada determinaram a primeira vitória do Rexona. Negrão aponta o time paranaense como favorito. "Elas jogam em casa e a última partida foi recorde de público com mais de 8 mil pessoas." Cerca de mil torcedores do Leites Nestlé, de Jundiaí e Sorocaba, fretaram onibus para Curitiba. Para Bernardinho, o Rexona não tem problemas em um fundamento específico. "O time precisa melhorar um pouco de tudo: saque, defesa e contra-ataque." Ele ficou satisfeito com o desempenho das jogadoras na vitória do time. "Pela primeira vez, contra o Leites Nestlé, elas superaram os momentos críticos e reagiram." SELEÇÃO Em Poços de Caldas, o técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Radamés Lattari, começa segunda-feira os treinos para a Liga Mundial. A base titular que atuou na Copa dos Campeões deverá ser mantida. Maurício e Nalbert já se integraram ao grupo, desde quinta-feira. Maurício, que ainda não definiu clube para a próxima temporada, está magoado com as pessoas que o culparam pela derrota da Olympikus na final da Superliga. "As pessoas que falaram isso não tiveram discernimento, ética, muito menos profissionalismo", desabafou. |
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