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Edvaldo Rodrigues A Praça do Sebo, que reúne os principais comerciantes de livros usados da cidade, enfrenta dificuldades para sobreviver: vem tendo o espaço invadido por bares, vive suja e os freqüentadores diminuem a cada dia |
O difícil mundo dos sebos
Comércio de livros usados enfrenta dificuldade com o aparecimento da Internet
Rodrigo Salem Da equipe do DIÁRIO
Se todos os mercados culturais foram atingidos de alguma forma pela entrada da Internet no cotidiano da população, o que poderíamos dizer dos sebos? Os famosos centros de venda de livros usados formam um dos setores mais abalados pela chegada da tecnologia aos lares brasileiros. A Internet contribuiu para tirar o já escasso cliente das estantes empoeiradas que costumam decorar estes espaços. Alguns sebistas transformaram a rede mundial de computadores em acessório de ajuda, outros reclamam até hoje, mas poucos a ignoram. Uma coisa é certa: os sebos continuam por aí, apesar de todas as dificuldades, enriquecendo a cultura do país e dando alternativas ao comprador.

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