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| (Atualizado no dia 15/4/1998) |
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Negócios eletrônicos na Rede Adriana Reis e Hugo Pordeus Os números confirmam: 1998 é o ano da explosão dos negócios via Internet. As previsões apontam que, até o final deste ano, US$ 17 bilhões serão movimentados em todo o mundo. Os dados são do instituto norte-americano Forrester Research, Inc, que também calcula um faturamento de US$ 327 bilhões em 2002. Os mais otimistas, como o Activ Media, Inc - que acompanha a evolução do e-business desde 94 - chegam a prever um volume total de negócios de US$ 1,8 trilhão até 2001. Se você está espantado com as cifras, deve ficar atento à evolução dos negócios eletrônicos. Hoje, eles não se limitam apenas a compras online de livros ou CDs mas já atingem transações financeiras internacionais, que exigem alto grau de segurança. No ano passado, US$ 8 bilhões foram negociados por meio de comércio eletrônico, 1.000% a mais que em 96. Para o diretor executivo do Softex-Recife, Cláudio Marinho, "esta explosão se deve, basicamente, a dois fatores: a melhoria da segurança da prática do comércio eletrônico e à entrada de grandes empresas nesta área". Flávio Carazato, gerente nacional de e-business da IBM, explica que a maior parte do dinheiro investido será de corporações que desejam ampliar seus mercados através da Rede. "O filão principal está no business-to-business, ou seja, as transações comerciais entre empresas", diz. Para se ter uma idéia, mais de 135 mil empresas, hoje, compram e vendem a outras empresas via Internet. De acordo com a Volpe, Welty & Co, no ano 2000 este número saltará para 435 mil. No Recife, o interbusiness - como também é chamada esta prática - está sendo testado pela Mercatto, através de uma plataforma de comércio eletrônico desenvolvida, em parceria com a Cyberland, para uma empresa do Grupo Votorantim. A menor fatia do mercado eletrônico fica com o setor business-to-consumer (vendas diretas ao consumidor). Já existe até um guia nacional de busca exclusivo para e-commerce, o AcheiNet (www.acheinet.com.br). |
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