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O presidente está órfão
Morte de Sérgio Motta enfraquece tucanos e acirra disputa pela vaga de braço direito de FHC
BRASÍLIA - A morte do ministro Sérgio Motta - vítima de infecção respiratória, no domingo, após treze dias na UTI do Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo -, deixa os tucanos sem seu maior porta-voz e faz acender no governo uma disputa acirrada entre os aliados políticos do presidente Fernando Henrique Cardoso, para ocupar os espaços que o tucano deixou abertos na campanha à reeleição e num eventual segundo mandato. Depois de perder o amigo Serjão, o presidente terá que procurar substitutos para atuar na linha de frente do programa de privatização, na articulação política do governo, na coordenação da campanha e ainda na trincheira: Motta era um aguerrido defensor de Fernando Henrique e de seu governo.

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