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Calcinhas em baixa
Pesquisa revela queda de 14% no consumo de peças íntimas femininas no Brasil
Fernanda d'Oliveira Da equipe do DIÁRIO
Algo espantoso anda acontecendo na fatia de mercado de roupas íntimas femininas. Quem sabe um retorno à Idade Média, quando nem existia lingerie e a palavra sedução ainda era uma lenda. O fato é que o Brasil começa a mostrar uma tendência completamente inesperada: as vendas de calcinhas estão caindo assustadoramente. Há cinco anos, as brasileiras compravam uma média de nove calcinhas por ano. Era uma média baixa em relação aos países do Primeiro Mundo, mas é bom lembrar que sedução ainda é luxo para grande parte da população brasileira. Hoje, no entanto, a situação piorou: são apenas sete calcinhas por ano. Isso significa metade do números de peças íntimas que as inglesas comprar todo ano. De 1992 para cá, segundo os fabricantes, houve uma queda de 14% - foram trinta milhões de calcinhas a menos no mercado.

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