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| (Atualizado no dia 8/4/1998) |
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Como funciona a tecnologia de 56K Durante algum tempo, imaginou-se que o limite teórico em velocidade de modem - usando uma linha telefônica normal - era de 33.6Kbps. No entanto, limite é uma palavra bastante relativa quando se trata de avanço tecnológico. Tanto que no período entre outubro de 96 e janeiro de 97, a US Robotics, Rockwell e Lucent Technologies anunciaram que seus protocolos poderiam alcançar a velocidade de 56Kbps. O segredo está em evitar uma conversão D/A (Digital/Analógica) na conexão entre o usuário e o provedor de serviços. As conexões normais (de 28 e 33.6K) tem início em uma linha analógica, são convertidas para digital pela central telefônica para serem transmitidas e são convertidas novamente para sinais analógicos no segmento final antes de chegar ao provedor. O que acontece com os modems de 56K é que os sinais começam de forma analógica, são convertidos para a forma digital mas não sofrem outra conversão entre a central telefônica e o provedor. Evitando esta segunda conversão, velocidades de até 56Kbps ou aindamaiores são possíveis. Partindo dessa premissa, os fabricantes se empenharam em lançar equipamentos baseados na nova tecnologia. E assim, surgiram dois padrões no mercado: o K56Flex - adotado por empresas do porte da Lucent, Rockwell, Motorola, Compaq, Trellis e Hewlet Packard - e a X2, defendido pela 3Com e US Robotics. Isso atrapalhou bastante a vida dos consumidores que não sabiam que padrão adotar. Para os provedores, outra dor de cabeça: eram obrigados a adotar um padrão, contrariando uma parcela dos usuários ou fazer um investimento duplo e adotar o K56Flex e o X2. "Agora esses problemas acabaram", comemora o diretor do provedor Elógica, Clóvis Lacerda, que havia adotado o K56Flex como padrão. (C.M.) |
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