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| (Atualizado no dia 2/4/1998) |
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Econômica até no preço C 100 Biz da Honda começa a ser vendida este mês. Preço da motocicleta fica em torno de R$ 2.200 João Marcelo Erthal MANAUS - Economia de combustível, facilidade para pilotar e preço acessível. Com este tripé, a Honda inicia a comercialização este mês da C 100 Biz - herdeira do modelo Dream -, que custa cerca de R$ 2.200 e faz, segundo a fábrica, até 70 quilômetros com um litro de combustível. "Com tudo ela combina, só não combina com posto de gasolina". Este slogan, que vai embalar uma campanha publicitária destinada a atrair consumidores das mais diversas idades e classes sociais, sintetiza bem a aposta da Honda no segmento de baixa cilindrada. Até o final do ano, a empresa estima comercializar 65 mil unidades da Biz, com uma pequena cota, ainda não definida, para os países do Mercosul. As novidades em relação à C 100 antiga começam pelo design. A frente ficou com cara de scooter, com direito ao farol mais largo, com sinais laterais acoplados. Na traseira, o desenho moderno, com uma carenagem que começa junto ao motor e se estende até a lanterna, completa a melhoria estética da C 100. Um dos principais atrativos domodelo - comprovado, inclusive, pelos elogios arrancados da imprensa especializada na apresentação, é o porta-capacete sob o assento. Palmas para os projetistas brasileiros da Honda, que conseguiram, diminuindo o diâmetro da roda traseira, criar espaço para este item obrigatório de segurança. Mais que uma solução inteligente, o porta-capacete aumenta a praticidade deste Cub, que se apresenta como um veículo essencialmente urbano. Em matéria de conforto, a C 100 fica devendo em dois itens: a partida elétrica e o descanso lateral. Este oferecido como opcional. As ausências, entretanto, não chegam a atrapalhar muito, já que o motor de 97,1 cc tem um pedal de partida bastante leve. De cara, a C 100 Biz desbanca os scooters pelo preço. As vantagens do cub sobre os scooters se ampliam, principalmente, quando se considera o tipo de piso predominante nas ruas brasileiras, bastante esburacadas. Nestas trilhas, as rodas maiores ajudam a manter o veículo sobre controle e evitam o incômodo e o perigo dos pulos incontroláveis. CONCORRÊNCIA A caçula da Honda ultrapassou, em razão do preço, o concorrente da Yamaha, o Crypton, lançado no final do ano passado e com configuração semelhante. Bem mais caro (R$ 2.700, em média), o Crypton tem a vantagem da partida elétrica. No mais, os veículos são bastante parecidos, com câmbios que dispensam o uso da embreagem, motores de 100 cc (97,1 cc na C 100 e 105 cc no Crypton) e alta economia de combustível. Repórter de Carro e Moto, Jornal do Brasil |
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