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| (Atualizado no dia 2/4/1998) |
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Meu carro Dirigibilidade, desempenho e conforto definem a escolha Nilo Câmara A paixão por automóveis está no meu sangue. No sangue de toda a minha família. Se não fosse assim, não estaria há trinta anos envolvido profissionalmente com carros. Meu primeiro modelo foi um Fusquinha, assim como muita gente. Era usado, ano 62, bege claro. Comprei com meu próprio dinheiro, em seis parcelas muito suadas, e por isso o gostinho de andar naquele carro era bem especial. Acho que por ser o primeiro de todos. Se bem que não me deixou tantas boas recordações assim. O Fusca me largava muito na rua, mas deixou muitas saudades, confesso. Depois, tive outros Fuscas, continuei na linha Volks. Já tive também uma Brasília. Em seguida, pulei para os modelos Fiat. Iniciei com o 147 GLS. Também já passei uns três anos com um Alfa TI 4, na década de 80. Não tenho do que me queixar dos automóveis nacionais, como um todo. São confortáveis e a cada dia estão com desempenho melhor. De modo geral, podemos afirmar que o Mercosul e toda a abertura de mercado que estamos vivendo com a globalização da economia têmsido favoráveis à nossa economia e, conseqüentemente, aos nosso produtos. Os carros brasileiros já não deixam nada a desejar, se comparados aos importados. Hoje, por exemplo, temos a linha Tempra, que ainda é uma referência, não envelheceu. Reúne características fundamentais de um veículo, como segurança, performance e conforto. A família Palio é outra que está aqui e no mundo todo. Trata-se de um carro mundial. Diante da gama que o Brasil já oferece é importante escolher o modelo que nos satisfaz, cada um dá preferência a um ou outro quesito na hora da escolha. Eu me deixo levar pela dirigibilidade, desempenho e segurança. Estas características definem um bom carro, principalmente para quem é apaixonado pelo automobilismo em geral. E, se tenho um carro é porque ele reúne estas características, então, acho desnecessário estar trocando muito rapidamente. Fico em média de um a dois anos usufruindo o automóvel. Me sinto um homem realizado neste aspecto. Hoje, tenho um Alfa Romeo 155 compacto. É excelente. Também tenho um Palio Weekend. Este modelo perua é fundamental para quem tem família e prima pelo conforto, nos passeios de fim de semana. Ele tem bom espaço interno. Me sinto plenamente satisfeito com os dois modelos que tenho. Posso dizer que sou realizado e não tenho um sonho alto. Agora, não há como negar: não sou daqueles que fica lambendo o carro. Faço todas as revisões necessárias nos períodos indicados pela montadora. Não sou um consumidor que gosta de paparicar os carros. Tenho um veículo para usar mesmo. Gerente regional da Fiat do Brasil |
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