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Ricardo Borba Funcionários do museu de arte moderna Aloísio Magalhães montam os quadros do pintor norte-americano Jean-Michel Basquiat que estarão disponíveis em exposição a partir da próxima sexta-feira |
Basquiat no Recife
Museu de arte moderna prepara exposição do maior pintor da década de 80
Ivana Moura Da equipe do Diário
Ainda menino, Jean-Michel Basquiat foi levado por sua mãe, Matilde Andrades, para conhecer Guernica, a obra-prima de Pablo Picasso. Talvez, naquele momento Basquiat tenha percebido o poder da arte em mexer com a emoção das pessoas, em subverter os valores estabelecidos. Anos depois, Basquiat perambulava pelas ruas de Nova Iorque, parecendo um mendigo, sempre chapado, rabiscando tudo pela frente. Por onde passava, deixava suas mensagens alucinantes, nos muros da cidade, nas portas, nos postes, de preferência nas proximidades das grandes galerias de arte, nas passarelas de acesso de pessoas influentes do mundo da arte. O que Basquiat procurava? Como todo artista, reconhecimento, fama, dinheiro, sucesso e até amor. Encontrou e perdeu. Mas deixou sua marca, que chega agora ao Recife.

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