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Julio Jacobina Policiais militares protestaram mostrando armas sem qualidade e sem munição e exigiram coletes à prova de balas |
Outro dia de tensão no presídio
Policiais criticam as condições de trabalho e presos tentam nova fuga
O assassinato do soldado da Polícia Militar, Joel Jorge Pereira da Silva, 26 anos, durante a fuga de presos, anteontem, no Presídio Professor Aníbal Bruno deixou um clima de tensão dentro da unidade prisional. Disparos de arma de fogo, com um detento ferido, reivindicações de PMs, reuniões entre autoridades do sistema penitenciário e proibição da entrada de advogados, no dia de ontem, foram indicadores de que a tranqüilidade ainda não tinha se estabelecido. "Entre eu e o bandido, o bandido tem que morrer", afirmou exaltado, o comandante da Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE), major Eduardo Fonseca, ao ser questionado se houve excesso por parte do soldado que atirou, ontem, no preso Elmo Roberto Sales de Souza, 25. O detento teria sido flagrado fazendo um buraco na parede do pavilhão para fugir.

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