Recife, Domingo, 22 de Março de 1998

As profissões de futuro

Felipe Amorim

O estudante de engenharia mecânica tem apenas 22 anos e escolheu a profissão certa. Constrói páginas na Internet. Em dois anos, deixou seu primeiro emprego como técnico em informática de uma empresa do setor agrícola para ganhar mais e montar o próprio negócio.

Edson Gonçalves

O trabalho como encarregado de almoxarifado consumiu quase meia década da sua vida Há cinco, ele decidiu se dedicar apenas aos sérviços técnicos de eletroeletrônica. Especializou-se em informática e hoje ganha muito mais dando assistência a empresas.

Luerli Liergi

Com 19 anos, já sabe nessa idade que se especializar apenas em administração de empresas não é suficiente para conseguir um bom espaço no mercado de trabalho. É por isso que ela decidiu dividir o estudos na faculdade com cursos de informática e contabilidade.

Paulo F. Freitas

O trabalho de estiva tem desaparecido com a modernização dos portos. Por isso, o estivador resolveu comprar uma Kombi para prestar serviços e garantir a sobrevivencia quando não houver mais espaços para ele no mercado.

José Sobrinho

Durante 17 anos, o bancário esteve feliz como escriturário. A crise nos bancos fez com que investisse as economias numa pequena locadora de jogos e num ponto para venda de miudezas, antes de perder o emprego.

Edmilsom Monteiro

O torneiro está desempregado e sentindo na pele as transformações vividas pela indústria metalúrgica. Ele é vítima da redução drástica de postos de trabalho ocorrida nas empresas do setor, desde a abertura da economia.

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