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Uso da máquina fica sem fiscalização
Tribunal Regional Eleitoral e Ministério Público de Pernambuco não têm estrutura para coibir abuso de poder
Fabíola Mendonça Da equipe do DIÁRIO
Se antes a máquina administrativa já era usada pelos políticos que ocupavam o poder para favorecer seus candidatos, esse ano, com a reeleição, a questão é ainda mais grave e polêmica. Vivendo essa experiência pela primeira vez no Brasil, as instâncias que poderiam impedir o uso indevido do dinheiro público não estão preparadas para coibir essa prática. Nem o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nem o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), nem mesmo o Ministério Público (MP) de Pernambuco têm infra-estrutura suficiente para rastrear a campanha eleitoral dos candidatos à reeleição - que poderão ficar no cargo que ocupam até a data do pleito -, no que se refere ao uso da máquina pública.

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