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Heitor Cunha Rebelados se concentraram no telhado do Centro de Ressocialização do Presídio de Paratibe onde mantiveram dez reféns por cerca de sete horas |
Revolta e tensão em Paratibe
Rebelião é a segunda em menos de uma semana e sinaliza dificuldades
Menos de uma semana depois de viver uma rebelião, o Complexo de Paratibe, que abriga atualmente 294 adolescentes, teve um novo clima de motim, durante o dia de ontem. Dessa vez, o número de menores envolvidos chegou a mais de cem e dez reféns passaram aproximadamente sete horas sob a mira de facas, serras e armas artesanais. Entre eles seis mulheres, incluindo uma grávida, e quatro técnicos da instituição. A movimentação começou por volta das 10h30 e foi encerrada no final da tarde, quando a Companhia de Identificação de Operações Especiais (Cioe), da PM e a diretoria do presídio, fizeram um acordo. A liderança do motim ficou com parte dos 40 presos maiores de idade, que aguardam julgamento no local.

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