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Imagem: EDVALDO RODRIGUES/DP/D.A PRESS |
O que o senhor tem a dizer sobre as denúncias?
Estamos em comunicação com a OEA desde junho, quando surgiram as primeiras denúncias. Oito relatórios com informações nas áreas de saúde e segurança já foram enviados. Desde janeiro, o complexo está sob nova gestão. Os presos que precisam de consulta são atendidos nos hospitais. Até o final do ano, vamos dobrar o número de leitos nessa enfermaria, passando de 40 para 80.
O Diario mostrou que há dez presos que vivem em situação mais crítica. Um deles apresenta um tumor. Outro espera cirurgia de colostomia há nove anos. Eles foram encaminhados aos hospitais?
Todo e qualquer preso que necessite de atendimento é encaminhado para um hospital. São muitos casos.
Mas, esses dez que constam no relatório da OEA foram para hospitais?
Essa pergunta não será respondida. O que posso dizer é que todo preso que necessita de atendimento é levado para o hospital.
Quanto aos presos com doença mental, o que acontecerá com eles?
Hoje (ontem), 17 foram encaminhados ao Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP). Estávamos aguardando os laudos, que passaram por análise de uma junta médica.
Então a denúncia do Diario serviu para agilizar a transferência?
Há três ou quatro meses os laudos estavam sendo produzidos para que os presos fossem transferidos.